terça-feira, 20 de setembro de 2022

convenção internacional sobre a eliminação de todas as formas de discriminação racial

 decreto 65810 -8 dezembro de 1969

convenção internacional sobre a eliminação de todas as formas de discriminação racial


Artigo I

-eliminação da discriminação racial

-falsidade científica da superioridade entre raças

-cor, raça, descendência ou origem étnica contemplados

-grupos que precisem de proteção não é considerado discriminação

Artigo II

-proíbe efetuar ato de discriminação racial contra pessoa, grupo instituição

estado quando necessário impor medidas para conivência entre grupos e sua segurança

favorece e organizar instituições multirraciais


Artigo III

estados condenam segregação e apartheid


Artigo IV

condenação de propaganda de superioridade racial

-punível com a lei tais propagandas

-proibição de organizações e atividades e propagandas com fins racistas

proibir autoridades e instituições púbicas o incitamento ao racismo



Artigo V


-igualdade perante a lei independente de raça, origem étnica, etc

direitos políticos iguais
direito d e votar e ser votado
direito de ser tratado de modo igual no tribunal
segurança pública
condições equitativas de trabalho


Artigo VII

fomento na área da cultura e da educação contra o racismo

benjamin A obra de arte na época de suas técnicas de reprodução

 

 benjamin
 A obra de arte na época de suas técnicas de reprodução


* o que benjamin propõe pode ser usado para formular exigências revolucionárias dentro da política da arte

reprodução da obra-sempre existiu, mas precário

cópia do discípulo;
cunhagem e fundição;
gravura de madeira
século xix -litografia

Século XIX- nova reprodução: fotografia

Século XX- avanços na reprodução- influenciam artes anteriores
capz de reprouzir oras anteriores

inffluencia das arte cinematográfica e arte da rprodução nas obras e artes anteriores


II

hic et nunc da obra de arte;

autenticidade da obra de arte ligado a essa singularidade do aqui e agora

autoridade da cois aou ra se prede com o caráter idêntico da reprodução

perda aura da obra-- a sua singularidade que perdura no tempo-"clonado" pela reprodução

objeto singular se torna evento de massa


crise da arte e quebra da tradição do modo como é transmitido

cinema reatualiza que algo pod ser sempre ouvido e visto da mesma forma-quebra forma de transmissão

Quais as causas do declínio da aura da obra de arte?

aura mais aplicados amplamente aos objetos históricos.

diminuição da revlevância do evento único ou singular;

tendência a tornas as coisas mais próximas;


imagem na obra de arte---duração e singularidade

foto--padroniza a imagem de modo imediato e repete de modo idefinido essa presença

ligação original entre arte e religiosidade

a reprodução propicia a emancipação da obra de arte com relação a existência parasitáris que lhe era dado pela função ritualística

a obra de arte na era da reprodução se funda não mais no ritual religioso, mas sob a praxis política.

tendência a fotografia a ser incialmente do rosto--seres queridos, afastado ou mortos--lembrança melancólica do ausente-substitui tal aspecto pela aura

mas fotos sem o  homem o valor de exibição se sobrepõe ao valor de culto anterior dos rituais.

valor de exibição mais forte que valor de culto contemporaneamente

mosaicos ou afresco menos exiível que um quadro,

valor de culto--função mágica da ora de arte

valor de exiição (capcidade de ser mostradoe  exibido)

possível valor artístico da obra se torna acessória frente ao valor de exibição

cinema feito na época do valoor de exibição , ainda mistificado com a sua sacralização
numa época em que o valor de  culto da obra está em declínio.

atuação-mudança na opperformance

sem unidade-filme e atuaçaõ tem várias tomas - teste ou exame ótico das tomadas

ator não interage com o público nem se adapta a ele
 duplo
 personalidade do ator--objeto de culto
 
 cinema pode ajudar a revolução-mas incerto
 
 cinema-virtualmente qualquer um tem direito de aparecer no filme
 
 diminuição da distância entre produtor e público, autor e público
 
tetro lugar da atuação

cinema, sme lugar. set, studio não condizem com o lugar o ator já que a montagem prevalece

estetizção política --guerra imperialista tranforma a técnica contra o homem e contra a natureza


fascimso --moiliza massas sem mexer no status da propriedade

estética dessa massificação sem reovlução social---guerra

guerra mobiliza a técnica sem mudar o regime de propriedade

fascismo glorifica a guerra


Eja

 Eja

fonte : site infoescola

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB 9394/96), em seu artigo
37º § 1º diz:
Os sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos jovens e aos
adultos, que não puderam efetuar os estudos na idade regular,
oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as
características do alunado, seus interesses, condições de vida e de
trabalho, mediante cursos e exame


LDB, em seu artigo 38º, "os sistemas de ensino manterão cursos e
exames supletivos, que compreenderão a base nacional comum do
currículo, habilitando ao prosseguimento de estudos em caráter
regular"


Maiores de 15 anos podem prestar exames para a conclusão do Ensino Fundamental.
- Maiores de 18 anos podem prestar exames para a conclusão do Ensino Médio.

As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e
Adultos no Ensino Fundamental foram publicadas em três segmentos e
estão disponíveis no site do MEC. Já o currículo para o EJA no Ensino
Médio utiliza como referência a Base Nacional Comum, que deve ser
complementada por uma parte que atenderá a diversidade dos estudantes.

Os cinco princípios da Educação Inclusiva

 Os cinco princípios da Educação Inclusiva são:

    Toda pessoa tem o direito de acesso à educação.
    Toda pessoa aprende.
    O processo de aprendizagem de cada pessoa é singular.
    O convívio no ambiente escolar comum beneficia todos.
    A educação inclusiva diz respeito a todos.



fonte: https://pedagogiaparaconcurso.com.br/educacao-inclusiva-fundamentos-e-principios-que-voce-precisa-entender/

terça-feira, 26 de julho de 2022

Resumo EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLETINDO SOBRE ASPECTOS HISTÓRICOS, LEGAIS E SUA IMPORTÂNCIA NO CONTEXTO SOCIAL Autor: BRANCALIONE, Leandro

 

Resumo EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLETINDO SOBRE ASPECTOS

HISTÓRICOS, LEGAIS E SUA IMPORTÂNCIA NO CONTEXTO SOCIAL

Autor:

BRANCALIONE, Leandro


Brasil é um dos únicos países da América Latina que possui uma lei específica de

Educação Ambiental, é a lei nº 9.795 de 99.

Educação ambiental aparece no horizonte da preocupacão ecológica do século xix e xx. Século xix no brasil:jardim botâncico. São paulo em 1920: parque estadual. 1934-- anteprojeto do vódigo florestal. 1973-secretaria especial do meio ambiente. 1979-discussão da educação ambiental do mec e cezesb-sp o documento “Ecologia uma Proposta para o

Ensino de 1o

e 2o Graus”.

“Nos anos 90 MEC resolve que todos os

currículos nos diversos níveis de ensino deverão contemplar conteúdos de Educação

Ambiental (Portaria 678 (14/05/91)). Projetos com o IBAMA e MEC, grupos de trabalhos em

tese sobre Educação Ambiental, e encontros de políticas e metodologias para a EA, uma

proposta Interdisciplinar de Educação Ambiental para Amazônia. IBAMA, Universidades e

SEDUC’s da região, publicação de um Documento Metodológico e um de caráter temático

com 10 temas ambientais da região. No ano de 2000, foi organizado um seminário de EA,

pelo MEC em Brasília e em Setembro de 2004 é realizada a Consulta Pública do ProNEA, o

Programa Nacional de Educação Ambiental, que reuniu contribuições de mais de 800

educadores ambientais do país.”


Ideia que a educação ambiental exceda o campo instucionale faixa etária. Educação ambiental tem que ser contextualizada. Tarfa de trabalhar a questão da sustentabilidade e dos recursos naturais.


Recursos naturais -bens comuns

Natureza-homem-trabalho---interdependência


Reconhecimento da crise ambiental


lei nº 9.795 de 99.


Art. 1o Entendem-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.

Art. 2o A educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal.

aos órgãos integrantes do Sistema Nacional de Meio Ambiente - Sisnama, promover ações de educação ambiental integradas aos programas de conservação, recuperação e melhoria do meio ambiente;

Art. 4o São princípios básicos da educação ambiental:

I - o enfoque humanista, holístico, democrático e participativo;

Art. 10. A educação ambiental será desenvolvida como uma prática educativa integrada, contínua e permanente em todos os níveis e modalidades do ensino formal.

§ 1o A educação ambiental não deve ser implantada como disciplina específica no currículo de ensino.

§ 2o Nos cursos de pós-graduação, extensão e nas áreas voltadas ao aspecto metodológico da educação ambiental, quando se fizer necessário, é facultada a criação de disciplina específica.

§ 3o Nos cursos de formação e especialização técnico-profissional, em todos os níveis, deve ser incorporado conteúdo que trate da ética ambiental das atividades profissionais a serem desenvolvidas.

Art. 11. A dimensão ambiental deve constar dos currículos de formação de professores, em todos os níveis e em todas as disciplinas.


segunda-feira, 18 de julho de 2022

resumo técnica em heidegger

 

Resumo – a questão da técnica


A questão da técnica em Heidegger reavalia a posição da técnica na história da filosofia e qual a relação da técnica com a verdade. Qual a essência da técnica?A técnica tradicionalmente é vista como “um meio para um fim”. Tal ideia popular de um meio para um fim , por sua vez, tem como correlato a noção profunda de ser causa de algo. Algo que é meio causa ou provoca algo. Heidegger rastreia essa noção de causa e causa de causas originalmente em Aristóteles. A causa que pode ser compreendida como 4 causas. A causa material, intelectual, eficiente e final. A noção de causa pode ser melhor compreendida como ocasião, segundo heidegger . E a técnica, advinda da palavra téchné, dizia respeito às atividades produtivas, concernentes a poeieses, o fazer. Essa poieses,tekné apresentam como uma possibilidade virtual de trazer significado ou desvelar ou desabrigar um sentido antes não mostrado. A noção heideggeriana, ao rever a concepção grega de causa, tékné e poieses é que a essência da técnica é uma ocasião para fazer aparecer ou desabrigar uma verdade oculta . A técnica é uma forma de desvelar que, entretanto, ganha uma conotação na modernidade de um sentido predominante ao modo de relacionar-se com o mundo. A precursora teórica dessa concepção de mundo é encontrado na ciência moderna. O desvelamento da ciência moderna e da técnica é de um armação, uma forma estruturada de analisar, desafiar a natureza de modo a explorar , armazenar , abastecer e aferir a natureza numa postura de domínio. No caso da ciência moderna a teoria apenas desvelava o real na medida que ele podia ser matematizável e verificado por meio de experimentos. Na técnica do século XVIII essa forma de ver a realidade é como aquilo que passível de instrumentalização, abastecimento e produção. Ou seja a visão de natureza da física moderna compromete o modo de ação técnica enquanto uma armação ou estrutura que restringe o modo de desvelar a realidade. Isto não significa que a técnica é ruim. É um modo de desvelar sentido, mas que no seu modo, acabou-se por se esquecer que ela é uma forma de desvelamento entre outras. Heidegger inclusive indicia se outras formas de desvelamento que são também téchné-produção podem ser possibilitados enquanto formas de fazer ligados a esse desvelar sentido e mostrar verdade sem esquecer que são uma forma possível de desvelamento entre as demais

sábado, 16 de julho de 2022

 ---+ currículo de pernambuco do ensino médio

   * Ensino de Filosofia no Ensino Médio
      *  pensar de modo analítico,
      *  domínio de um acervo conceitual e de determinadas competências/capacidades intelectuais próprias da
Educação Filosófic
         * Compreensão da Condição Humana (que se refere ao sentimento de existir do homem no mundo; a origem de possibilidade de toda pergunta,
particularmente a pergunta pelo Ser, pelo seu modo de Ser ou a sua situação, marcada pela
finitude);
         * (2) Problematização da Racionalidade Teórica (que se refere ao problema do
conhecimento, suas formas e possibilidades, sobre as incertezas e limites da racionalidade
humana)
         *  (3) Articulação da Racionalidade Prática, Comunicativa e Emancipatória (que se
refere ao aprendizado e saberes éticos e políticos que remetem à sobrevivência do homem,
condição de existência da pessoa e da vida cidadã).

   * COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS APLICADAS
      * Analisar processos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais nos âmbitos local,
regional, nacional e mundial em diferentes tempos, a partir de procedimentos
epistemológicos e científicos, de modo a compreender e posicionar-se criticamente com
relação a esses processos e às possíveis relações entre eles.
      * Analisar a formação de territórios e fronteiras em diferentes tempos e espaços, mediante
a compreensão dos processos sociais, políticos, econômicos e culturais geradores de conflito
e negociação, desigualdade e igualdade, exclusão e inclusão e de situações que envolvam o
exercício arbitrário do poder
      * Contextualizar, analisar e avaliar criticamente as relações das sociedades com a natureza e
seus impactos econômicos e socioambientais, com vistas à proposição de soluções que
respeitem e promovam a consciência e a ética socioambiental e o consumo responsável em
âmbito local, regional, nacional e global.
      * 4. Analisar as relações de produção, capital e trabalho em diferentes territórios, contextos e
culturas, discutindo o papel dessas relações na construção, consolidação e transformação das
sociedades
      * 5. Reconhecer e combater as diversas formas de desigualdade e violência, adotando princípios
éticos, democráticos, inclusivos e solidários, e respeitando os Direitos Humanos
      * 6. Participar, pessoal e coletivamente, do debate público de forma consciente e qualificada,
respeitando diferentes posições, com vistas a possibilitar escolhas alinhadas ao exercício da
cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e
responsabilidade

do mito a filosofia

 ---+ do mito a filosofia

   * introdução
      * porque surge a filosofia
         * passagem do mito (fazer mitos) da filosofia (atitude teorizante)
      * história
         * origem da filosofia oriente -ocidente
            * atitude teorizante em outras culturas mas no século VI a.c os gregos buscam  num sentido forte um processo de compreensão racional.
            * origem histórica de unidade racional é consequência de um processo -fim da civilização micênica
         * geografia
            * relevo compartimentado e compacto
            * regiões próximas mais acessíveis pelo mar do que por terra
         * micênicos-aqueus
            * famílias principesccas com pequenas comunidades
            * ainda na idade do bronze -utensílios
            * migram com a expulsão pelos dorios para a costa da asia menor e ilhas, fundando colônias.
         *  dorios
            * bandos sucessivos de dorios
               * século XII a.C.
            * uso do ferro
            * mesma origem etnica dos micênicos
         * mudança do modo de vida arcaico e o modo marítimo vigente desde o começo influenciam narrativas eolias e jonicas influenciam a formação do mito

   * desenvolvimento
      * mito
         * Homero
            * iliada e odisseia
               * X a VIII A.C.
               * guerra de troia
               * visão mitopoetica dos gregos
            * figura semi lendária
               * velhoe e cego-perambulador de cidades
            * origem incerta-varias cidades reinvidicam nascimento
            * suspeita de coletânea de versos feitos por varios autores em épocas distintas
            * talvez um organizador
         * aedos
            * declamadores ambulantes e poetas
         * caracteristicas do mito
            * interferência dos deuses em assutos humanos (guerra de troia)
            * antropomorfismo dos deueses e forças naturais
               * deuses com paixões e sentimentos humanos
               * imortais- celestes
            * divino luminoso e acessível ao humano-ao invés do obscuro
               * dios --deus quanto luz
            * dirige-se a relgiosidade de um polis aristocrática
               * aretê- excelencia guerreira, nobre --termo em homero ainda se refere ao deuses
            * certa razão limitada a arbitrariedade dos deus mas com ordem
               * hierarquia dos deuses e prevalência da ordem
         * hesíodo
            * teogonia
               * explicação de mundo
                  * explicação mitica do estado do mundo
                     * gerações
            * século VIII a. C
      * filosofia
         * condicionantes para o surgimento da filosofia
            * aqueus fogem dos dórios e se instalam na asia menos
               * cidades como Mileto, Èfeso
               * economia: navegação, comércio e o artesanato
                  * mudança d antigo paradigma micênico-paradigma aristocrático de sangue e seus privileégios
               * Século VII- novo padrão monetário a moeda-regime de trocas
            * surge século VI a. C.
               * expansão técnica-dissociada do campo mítico ou origem divina--técncia humana
         * características da filosofia
            * racional
               * racionalidade do mito hierarquia e genealogia dos deuses e homens para ordenar e explicar o mundo
               * racionalidade englobadora, humana ligada em parte aà observação do mundo em parte a processo generelaizador especulativo
            * arché
               * princípio originário
            * impessoal
            * universal
            * discurso e não imagético
            * procurar reduzir multiplicidade a uma unidade racional
            * produção de uma física -cosmologia --qualidades deste cosmos ou caracterísiticas que originariam
            * physis--fonte originária, gênese, o que surge e se desenvolve
            * possibilidade da reformulação e correção de teses opostas
         * tales de mileto
            * origem  base do cosmos--água
         *

   * conclusão
      * diferenças -resumo
     

sábado, 27 de fevereiro de 2021

coué

---+ o domínio de si mesmo pela auto-sugestão consciente

   * Não é a vontade e sim a imaginação que nos faz agir

   * imaginação forma motriz consciente ou inconciente

   * auto-sugestão: converte pensamento em realidade
      * desde que não absurda

   * divisão entre dois indivíduos em nós
      * consciente e inconsciente
         * consciente
            * memória fallha
         * insconsciente
            * memória impecável
            * funções do organismo
            * acabamento de todas ações
            * imaginação

   * vontade e imaginação
      * vontade
         * faculdade de praticar ou não ,livremente , algum ato
      * imaginação
         * ganha da vontade
         * correnteza que arrasta fatalmente
            * mobiliza-la para os fins do individuo
            * cavalo indomavel
               * colocar cabresto-guia-la

   * experiencia
      *

   * sugestão e auto-sugestão
      * não existe sugestão apenas auto-sugestão
      * implatanção de uma ideia em si mesmo e por si mesmo-auto sugestão
         * autos-sugestão: "influência da imaginação sobre o ser moral e o ser físico do homem" (p.29)
      * sugestão -implantar a ideia no outro
         * falso- se inconsciente não aceitar a ideia-sugestão rejeitada
            * sugestão aceita=auto-sugestão

   * imaginar-se feliz =ser feliz

   * educação da imaginação para auossugestão e não a vontade (querer)

   * 4 leis
      * 1 - quandoa vontade e a imaginação estão em luta, é sempre a iamginação a vencedora, semexceção alguma
      * 2-no conflito entre a vontade e a imaginação, a força da imaginação está na razão direta do quadrado da vontade;
         * expressão metafórica
      * 3 Quando a vontade e a imaginação estão de acordo, uma nãos e ajusta à outra, mas uma se multiplica pela outra;
      * 4 a imaginação pode ser governada

   * quase toda doença pode ceder com autosugestão

   * pessoas que não conseguem se auto-sugestionar
      *
         *  os atrasados, incapazes de compreender o que se lhe diz
      * As pessoas que não querem compreender

   * como ensinar o paciente a se auto-sugestionar
      * só se pode pensar uma coisa de cada vez
      * ser feito em tom monótono e acalentador

   * conscienicia participa da sugestão

   * sem fixar atenção repetir frase sugestiva

   * frase 20 vezes - 20 nós "todos os dias de todos os pontos de vista vou cada vez melhor

   * repitção da frase mecânica, maquinal, infantil , sem esforço
      * tom monocórdico dá sono e auxilia penetração da sugestão no inconsciente p.89

   * sugestão feita de manhã e a noite

   * repetição -introdução pelo inconsciente

   * dormoral ou fisica-colcoar mão no local ou cabeça-repetição do "isto passa" várias vez até a dor desaparece
      * com o tempo em 20 a 25 segundos desaprece dor

   * não dispensa tratamento médico, mas um excelente auxiliar no tratamento

   * o inconsciente é o dirigente mor de todas nossas funções p.43
      * incosciente dirige -nos moral e fisicamanete. todos orgãos e células pelos nervos p.80

   * esforço= vontade. vontade inverso da imaginacao

   * auto-sugestão não funciona com esforço ou confianaça no que diz. auto-sugestão sem esforço

   * auto-sugestão melhora gradual no geral

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

 

-+ educação estética em Schiller




* introdução


* contexto: recepção da revolução Francesa na Alemanha


* iluminismo: otimismo da razão e emancipação do homem


* entusiasmo inicial de modificações políticas


* Desilusão posterior de Schiller : caráter violento/sangrento da revolução francesa


* Alternativa de Schiller: modificação da sociedade a partir dos cidadãos e não a partir da instituições


* relações de base: educação e reforma individual

dos cidadãos

* crítica às revoluções: modificam repentinamente as instituições a partir de uma hierarquia mais alta

e não das bases.

* não há condições de formar um estado racional, se o povo não tem condições subjetivas de ter desenvolvido sua racionalidade/moralidade


* cidadãos sem formação não estão preparados para a liberdade em certos momentos


* resultado das revoluções: tutela e tirania


* é preciso primeiro uma modificação por processos educativos/culturais


* objetivo de Schiller: educação do homem feito a partir da estética


* educação pela arte


* vínculo entre estética e moral para transformação social


* arte: papel unificador da cultura e dos homens


* equivalente ao papel unificador que foi a religião na idade media/antiguidade


* obra central: Sobre a educação estética do homem numa serie de cartas


* influência principal : Kant

-Critica da faculdade do Juízo


* Platão


* Aristóteles


* forte influxo/ reflexão sobre os modelos de arte clássica grega na Alemanha


* beleza : instrumento/propedêutica para se chegar à verdade e moral




* desenvolvimento


* homem formado por dois impulsos

:

* impulsos: formal e sensível - autônomos


* impulsos tem princípios próprios


* impulso formal


* racional


* formula juízos, leis, conhecimentos, vontades, ações


* teoréticos (abstrações, reflexões)


* prática ( moral)


*âmbito do pensamento


* tende a busca da imutabilidade e unidade


*caráter infinito do homem(atemporal)

* impulso sensível


* sensibilidade, sentimento


* âmbito particular da experiencia


* mutável/conteúdos da sensibilidade

caráter finito do homem ( temporal)



* impulso lúdico


* harmonia entre impulso formal e sensível


* impulsos simultaneamente subordinados e coordenados entre si


* impulso lúdico: jogo


* mediação


* uso livre da Imaginação no impulso lúdico

* o belo é manifestação do impulso lúdico/ jogo


* há relação reciproca entre impulso formal e sensível


* objeto do impulso sensível: vida, matéria perene


* objeto do impulso formal: figura, modelo


* objeto do impulso lúdico: a forma(figura) + matéria (vida) = obra de arte =beleza


* harmonia entre impulsos corporificados na arte

*O belo : meio- termo entre a necessidade (mundo/natureza) e a lei (moral/liberdade)

meio termo : o impulso sensível e o impulso formal.


* Obs: Comum engano quanto ao aparente antagonismo entre impulsos formal e sensível


* falsa percepção advinda já da transgressão do homem em confundir o domínio de cada impulso


* tarefa da cultura:


* deixar os impulsos dentro de seus limites- sem sobreposição


* assegurar a proteção do homem contra o poder das sensações ( impulso sensível)


* necessário formação racional


* preservar a sensibilidade contra as abstrações do excesso da razão (impulso formal)


* necessário formação sensível


* antropologia - base para se pensar uma cultura estética


* três níveis para o homem se realizar enquanto homem


* 1- físico


* sujeição total da natureza (necessidades fisiológicas)


* homem ser sensível antes de ser inteligência ( racional)

* saída desse estado pela contemplação


* 2-estético


* contemplação estética


* contempla a natureza - primeira etapa para a moralização


* pq?


* Porque desinteressada e distante da necessidade

(fisiológica)

* desinteresse da contemplação auxilia moral : vontade desinteressada= vontade boa –-- base kantiana –-- obra: fundamentação da metafisica dos costumes


*MAS contemplação difere de desejo


* desejo: destrói o seu objeto após obtê-lo

* contemplação: representação do objeto - indiferente da sua existência


Formas de Contemplação:

* contemplação passiva - sujeito afetado pelo objeto


* contemplação ativa - adequa forma e modelo à matéria contemplada (impulso formal)

-- julgamos quando contemplamos

* razão contempla o conteúdo experienciado


* razão afetada no ato de contemplação - faz perceber minha força interna judicativa - ativa


* prazer na contemplação não decorre do objeto mas da forma/julgamento como o contemplamos



* contemplação promove transição gradual para a possibilidade moral - lei interna-juízo


* Contemplação ocorre após

termos saciados nossa necessidade

* contemplação: capacidade de julgar livre das necessidades


* forma de julgar aparece distante do sentimento imediato das necessidades


* contemplação: propedêutica para se chegar ao julgamento

/juízo

* sentido estético prepara animo para autodeterminação racional


* Mas sem se opor à natureza sensível


* 3-moral


* autonomia da vontade -aceitação da moral kantiana


* ação por dever



Como homem não é puramente racional é possível um auxílio da estética para formação moral


* utilidade dos costumes estéticos (gosto/arte) para a moral


* Schiller mantém separação entre moral ( puro dever ) separado do estético ( gosto)


* Mas cultura estética influencia ética


* Pergunta : Qual o efeito do gosto e das artes (estética) na formação (moral) dos homens?


* Resposta : gosto/artes pode promover a moralidade


* Referência : Carta "sobre a utilidade moral dos costumes esteticos"


* tese: moral não pode ser fundado em nenhum sentimento, seja de beleza ou qualquer outro, mas existem sentimentos que favorecem a moralidade



Beleza:

* educação do homem através do belo

: educar o sentimento para a beleza, estaríamos aperfeiçoando, simultaneamente, a sensibilidade artística e os costumes morais (de modo consequente).


* estético não é baseado em princípios empíricos, mas bases racionais


*Experiência nos oferece apenas estados de belo, mas nunca o Belo.

* Belo: manifestação do jogo –expressão fruto da harmonia entre impulsos formal e sensível

*Belo não é puro subjetivismo: é expresso nos objetos das belas-artes

* Belo: reconhecido universalmente sem mediação de conceitos – Influência kantiana

*No caráter temporal/histórico do Belo expressos nas obra de arte precisamos encontrar o caráter imutável/infinito que se manifesta nela.


--beleza nos conduz a um estado intermediário que comporta, ao mesmo tempo, sensibilidade e pensamento.



* educação estética e Estado



* Estado - termo de sentido lato


* conjunto de governantes+instituições+sociedade civil


* como criar cidadãos para um estado racional esclarecido?


* círculo vicioso: estado racional exige cidadãos esclarecidos


* Mas não há no momento tal base de cidadãos esclarecidos para este estado


* Como um estado esclarecido/racional pode exigir para o seu suporte uma base que ainda não existe?


* solução desse círculo : cultura estética


* formação do caráter do cidadão


* duas vias

:

* 1-purificação dos sentimentos]


* enobrecimento do sentimento


* via para conduzir o homem para a razão


* arte e gosto são mediadoras para se chegar a moralidade


* integralidade de todas as esferas do homem: sentimento


* cultura estética


* 2-Retificação dos conceitos


* via puramente racional- escopo teórico

--difícil se guiar só pela razão(por isso a tese de schiller de não esquecer a sensibilidade/arte)

* Máximas que guiam o homem e corrigem seus erros


* Princípios


* cultura filosófica



Exemplo de arte como promovedora da moral:


* teatro


* instituição moral pública


* contexto: impacto comunitário do teatro--- época


de Schiller


* influência aristotelica


* adaptaçao da noçao de catarse


* descarga emocional que propicia a ética


* mímese: A imitação contida no teatro conduz a um maior cuidado moral após o contato com esta arte


* Mas contemplação artística em Schiller e a sua visão de arte abrange vários tipos de


obras artísticas além do teatro: música, quadro, poema, edifícios(arquitetura).



* conclusão


* qual o tipo de homem que schiller almeja formar?


* cosmopolita

* bem da humanidade


* Livre – autônoma ( sentido kantiano )


* Em harmonia com seus impulsos

* Através da estética Schiller acreditava poder purificar a vontade e


a moral, encontrar um equilíbrio para os vícios sociais e efetivação do projeto Iluminista de modo gradual.




* bibliografia



* NUNES, A. A EDUCAÇÃO ESTÉTICA DE SCHILLER


NA CONTEMPORANEIDADE:O USO DA ARTE PARA UMA EDUCAÇÃO MORAL


disponivel em: <http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/10951/1/ulfl155520_tm.pdf>





LIBERDADE PELA ARTE SEGUNDO SCHILLER

Iraquitan de Oliveira Caminha

Disponível em: https://www.ufpe.br/ppgfilosofia/images/pdf/liberdade_iraquitan.pdf


domingo, 20 de abril de 2014

Uberstudent: gnu/linux para estudantes







Uberstudent é uma distribuição GNU/Linux voltada para professores, pesquisadores e estudantes de ensino médio e superior. Esta distro vem com vários programas voltado para a educação em geral e área acadêmica . Entre alguns programas interessantes estão o Anki,  Freeplane, dicionários como Artha, gestores de tempo, e vários webapps e sites como enciclopédias e open libraries. Além disso esta distribuição oferece outras funcionalidades comuns do cotidiano fora do aspecto escolar como o suíte libreoffice, firefox, gnote, gnome-calculator, mensageiros instantâneos como o pidgin,etc.
 Utiliza-se como padrão XFCE enviromment, um bonito e relativamente leve ambiente  de desktop. Além disso apresenta uma versão mais leve para notebooks e netbooks com o ambiente LXDE. A minha experiência com essa distribuição foi bastante positiva: descobri programas que  não conhecia e auxiliam no processo de ensino-aprendizado.
A grande vantagem realmente do Uberstudent é se preocupar com um público específico  e sintetizar excelentes programas que existem disponíveis nos repositórios do Ubuntu, mas que não estavam “condensados”.  recomendo para a vida acadêmica.


aqui você pode baixar e ter mais informações sobre a distribuição livre: http://www.uberstudent.com/about


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

rousseau- do contrato social 2013-novembro

rousseau - do contrato social ou princípio dos direitos políticos All + All -

rousseau - do contrato social ou princípio dos direitos políticos

  • ano: 1762
  • livro I- passagem do estado natural ao estado civil, condições essenciais do pacto
    • objeto do primeiro livro
      • afirmação da liberdade do homem- nasce livre
      • direito do povo de retomar por si mesmo sua liberdade
      • ordem social- direito não vindo da natureza, mas fundado em convenções
        • rousseau quer provar essa tese
    • + - das primeiras sociedades
      • + - mais antiga das sociedade base- família- única natural

        • filhos se sujeitam aos pais até deprender-se o laço natural (infância). depois disso independentes. se continuam a viver juntos é voluntariamente ou por convenção.

        liberdade comum e da natureza de todos os homens--cuidar da própria conservação

        + - família- metáfora e norma primitiva das sociedade políticas

        • caput(chefe)--pai

          o povo -- filhos

          amor do pai pelos filhos paga a responsabilidade - no estado ,poder de governar paga o ônus de zelar pela população

        se todos nascem livres e iguais, só o proveito comum faz com que alguém aliene sua liberdade

        rousseau contrário a grotius e Hobbes- a ideia que o súdito tinha poucos direitos e o soberano era quem detinha todo o poder

        + - discordânca parcial com aristóteles e sua máxima de que alguns homens naturalmente não são iguais, e nascem uns para escravo e outros para senhores.

        • + - meio condiciona o homem - o homem nascido na escravidão nasce para ser escravo pois foram criados para isso

          • " se há pois escravos por natureza, é porque os há contra a natureza; a força formou os primeiros, e a covardia os perpetuou"

    • + - do direito do mais forte ( nietzsche,platão-protarco)
      • força gera direito? força geral moral?
      • o mais forte nunca o é tão forte para ser sempre senhor, converte a força em direito ( astúcia??)
      • que direito resta, quando cessa a força? Se por força cumpre o direito, desnecessário obedecer.
      • direito nada se ajunta à força
      • só é ""força" obedecer aos legítimos soberanos
    • + - da escravidão
      • se não é poder natural nem força que produz direito, restam as convenções

        Alienar-se : dar ou vender-se. mas um escravo não se dá ,se vende

        + - querela com grotius- povo alienar-se de si em prol de um rei- rousseau: Porque se alienaria um povo?

        • + - primeira justifictiva: suposta tranquilidade civil do vassalo
          • + - mas se déspota sobrepuja guerras, vexaçõs etc, porque suportar?
            • também as masmorras se vive em sossego (ironia)

        nenhum homem se dá gratuitamente. ninguém pode alienar os seus filhos.

        renunciar à propria liberdade é renunciar a qualidade de homem.

        convenção de alienar a si a um autoridade de forma ilimitada é contraditória: se sou propriedade de outro , que direito posso ter. se tudo que sou e tenho é dele?

        + - tentativa de origem e justificação de grócio da escravidão: guerra

        • + - vencedor tendo o direito de matar o vencido, resgata a vida à custa da liberdade (convenção de proveito de ambos)

          • relação das coisas e não a dos homens fazem a guerra. no estado de natureza não há propriedade constante

            guerra não é uma relação de homens, porém entre Estados. só acidentalmente se é inimigo de particulares.

        direito e escravidão incompatíveis: " faço contigo uma convenção totalmente em meu proveito, e totalmente em teu prejuízo, a qual hei de observar enquanto quiser, e tu hás de me observar enquanto dfor do meu agrado"

    • + - cumpre recorrer sempre a uma primeira convenção
      • submeter multidão diferente de reger a sociedade

        sujeição a um só - no geral vê-se esravos e senhor e não o povo e o chefe

        + - discussão grócio - um povo pode dar-se um rei. o povo nesse caso é formado e é soberano, antes de se dar ao rei. Esse dom de dar-se e um ato civil, que supões deliberação pública.

        • antes de examinar como o povo elege um rei....examinar o ato pelo qual o povo é um povo.

        + - é preciso uma convenção anterior (UNÂNIME) para que seja deliberado a opção , por exemplo, de voto, para num ato subsequente eleger um governante.

        • caso contrário seria já decisão arbitrária
    • + - do pacto social
      • + - como surgiu: hipótese de rousseau- obstáculos danificadores da conservação do indivíduo o superam na vida natural. é preciso mudar de vida para sobreviver

        • + - agremia-se, agrega-se como forma de sobrevivência que vença a resistência e direcione as forças conjuntas para sobreviver

          • + - MAs primeiro ,se a a força e liberdade sao os intrumentos iniciais de sua conservação, como abdicar deles sem se arruinar?

            • + - PROBLEMA: ACHAR UMA FORMA DE SOCIEDADE QUE DEFENDA E PROTEJA COM TODA A FORÇA COMUM A PESSOA E OS BENS DE CADA SÓCIO, E PELA QUAL, UNINDO-SE CADA UM A TODOS , NÃO OBEDEÇA TODAVIA SENÃO A SI MEMSMO E FIQUE TÃO LIVRE COMO ANTES

              • + - SOLUÇÃO : PACTO SOCIAL.
                • + - alienação total de cada sócio e de seus direitos a toda comunidade. se todos o fazem, ninguém perde, s e todos doam a si por completo, não há quem se prejudique.

                  • se violado pacto social cada um que volte aos primitivos direitos da liberdade natural

                  + - dando-se a todos , ninguém se dá

                  • + - " cada um de nós põe em comum sua pessoa e todo o sue poder sob a suprema direção da vontade geral, e recebemos enquanto corpo cada membro como parte indivisível do todo" (p.32)

                    • "o ato de cada cada contratante gera um um corpo moral e coletivo, composto de tantos membros quanto é os votos da assembléia"

        + - A pessoa pública ( formado pela união de todas as outras) era antes o que se chamava cidade, hoje se chama República ou corpo político.

        • + - os membros chamam :
          • estado quando passivo
          • soberano se ativo
          • poder se o comparam a seus iguais

        + - Associado tomados coletivamente tem o nome de povo

        • cidadãos - participante da autoridade soberana
        • vassalos- submetidos às leis do estado
    • + - do soberano
      • + - cada indivíduo entrando no contrato tem dois modos empenhados:

        • como membro do soberano com os particulares
        • como membro do estado com o soberano

        + - relação soberano com deliberações públicas:

        • o soberano pode obrigar todos os súditos - devido a sua relação dupla : ativa (soberano deliberador) e passiva ( Estado-obediência)

          não pode entretanto o soberano obrigar a si mesmo - não existe lei maior que o soberano (corpo do povo), nem mesmo o contrato social.

        o soberano (corpo político) que tira sua força do ato primitivo do contrato, nunca obriga a algo que revogue o contrato, pois viola o ato que lhe dá existência

        dever e interesse se ajudam- o contratante deve tentar obter toda a vantagem dela

        + - se soberano formado pelos particulares, não há interesse contrário aos deles.

        • não há necessidade garantias do soberano para com os súditos, pois é impossíivel querer que o corpo prejudique a si mesmo e seus membros

        + - MAS e os interesses particulares?vontades distintas da vontade geral que tem como cidadão

        • risco de ruína do corpo político

          + - Solução: quem se recusar a obeder à vontade geral o corpo político deve forçar aobediência. segundo rousseau isso é obrigar o homem a ser livre, dado que a pátria lhe dá as condições de independência pessoal.

          • compromisso civil
    • + - do estado civil
      • + - passagem do esta natural ao estado civil
        • + - estado natural:
          • instinto no ato
          • proeminência dos afetos sobre a razão
          • liberdade sem limites a tudo que tenta e pode atingir -força do indivíduo
          • possessão- força ou direito do primeiro ocupante
        • + - estado civil:
          • justiça e moralidade no ato

            consultar a razão antes que os afetos

            ampliação da faculdades, enobrecimento dos sentimentos, ideias---gerando às vezes degradação pelo abuso desta nova condição.

            liberdade civil - limitada pela vontade geral

            noção de propriedade

    • + - do domínio real
      • + - O estado quanto aos seusmembros é senhor de todos os seus bens pelo contrato social- que no estado serve de primeiro fundamento a todos os direitos. mas não de outros estados ou potências

        • bens públicos maior do que a de particulares

        domínio do primeiro ocupante só se torna um direito pelo estabelecimento da propriedade

        + - todo o homem tem naturalmente direito a tudo que lhe é necessário

        • o ato de propriedade de algum bem exclui do resto ( comunidade)

        + - critérios para autorizar o direio de primeiro ocupante

        • que ninguém habite ainda esse terreno

          que se ocuṕe só a quantidade necessária a subsistência

          que se tome posse dele, não por cerimônia, mas efetivamente, pelo trabalho e cultura, únicos sinais de propriedade que, em falta de títulos jurídicos, os outros deve respeitar

        + - crítica aos estados que de um só golpe fazem possessão de grandes terrenos- usurpação

        • monarcas que fazem o truque: concessões reais aos particulares, que fazem o paradoxo do terreno ser do indivíduo e ao mesmo tempo do rei.

        + - " O direito que cada paraticular tem sobre seus próprios bens é sempre subordinado ao direito que a comunidade tem sobre todos.

        • ex: homens unidos sem nada possuir e apoderando-se de um terrenos grande, dividam entre si, igualmente ou conforme as proporções estabelecido pelo soberano ( corpo político)

        "em lugar de destruir a igualdade natural , o pacto fundamental substitui, ao contrário, uma igualdade moral e legítima a toda a desigualde física, que entre os homens lançara a natureza, homens que podendo ser dessemelhantes na força ou no engenho, tornam-se todos iguais por convenção e por direito"

  • + - livro II- onde se trata da legislação
    • + - A soberania é inalienável
      • + - vontade geral direciona as forças do estado , busca bem comum

        • interesses diversos de particulare, apresentam também pontos convergentes -comum interesse é que se governa a sociedade

        soberania: exercíco da vontade geral. não se aliena. soberano é um ser coletivo. só pode representar-se por si mesmo. pode transmitir o poder, mas não a vontade

        se o povo promete simplesmente obedecer, dissolve-se por esse ato e perde a qualidade de povo. no momento que há um senhor não há mais soberano, -destruição do corpo político

        não se deduz que não possa haver chefes pela vontade geral. se o soberano pode se opor ao chefe e não o faz , presume-se o consentimento do povo

    • + - a soberania é indivisível
      • ou vontade é geral ou não- a vontade seja geral , nem semre é necessáro que seja unânime, mas é preciso que todos sejam considerados; toda a exclusão formal rompe a generalidade

        explica querelas e alfineta grotius

    • + - se a vontade geral pode errar
      • questão de o povo (soberano) pode errar- apenas se houver risco de ilusão do povo

        "nunca se corrompe o povo, mas iludem-nos às vezes, e eis então quando ele quer o mal.

        + - vontade de todos vs vontade geral

        • vontade de todos: mera soma de vontades particulares
        • vontade geral: visa interesse comum

        papel da comuncação relevante- comunicação entre si dos cidadãos pequenos debates que gerariam boa deliberação

        + - mas estabelecimento de facções gera uma vontade geral em relação aos membros da facção e particular em relação ao Estado.

        • deixam de existir votantes e individuais, mas apenas facções votantes. resultado menos geral

        " para que haja pois a exata declaração da vontade geral, importa não haver no Estado sociedade parcial e que cada cidadão manifeste o sue próprio parecer.

    • + - Dos limites do poder soberano
      • cisão da pessoa pública (participante do corpo político-vontade geral) e do indivíduo particular

        o que o indivíduo aliena em prol do pacto social é apenas o que diz respeito ao uso da comunidade. embora caiba ao soberanto ( vontade geral) deliberar o que se deve alienar.

        + - serviços que um cidadão pode prestar é cobrado apenas se o soberano pedir; mas o soberano não irá pedir algo inútil à comunidade; nem o pode querer pois age sob a razão

        • além disso, se o o soberano é o corpo político (vontade geral) não se trabalha para os outros ou para o soberano, sem trabalhar para si

        + - por que é reta a vontade geral?

        • por que todos querem e ainda assim não se refere a um. e votando sempre se lembra de si, mas também inclui o todo

          perde a retidão quando não há algum verdadeiro princípio de equidade que conduza

        vontade geral não pode deliberar sobre um fato particular ou um homem, questões apenas relativos ao interesse comum

        união do interesse (interesse comum e justiça dá a equidade).

        + - "todo ato de soberania, isto é, todo o ato autêntico da vontade geral obriga ou favorece igualmente todos os cidadãos, de maneira que o soberano só conhece o corpo da nação e não distingue nenhum daqueles que a compõe."

        • que é um ato de soberania? não é uma convenção do superior com o inferior, ma suma convenção do corpo com cada umde seus membros. llegítima pois se escora no controt social.

        vontade geral não ultrapassa o limite das convenções gerais. o soberano não tem o direito de onerar particulares, se este usufruem o que dispõe dentro dos limites das convenções

        todos devem combater pela pátria , mas nenhum por si. ''lucro''- no estado natural teríamos que lutar de modo incessante

    • + - do direito de vida e morte
      • + - Pergunta: não tendo os particulares direito de dispor da sua própria vida, como podem transmitir ao soberano esse direito que não tem?

        • pergunta mal colocada, segundo rousseau

        todo homem tem direito de arriscar sua vida para mantê-la

        + - fim do tratado social: conservação dos contratantes

        • MAs quem quer os fins quer também os meios, que são inseparáveis de alguns riscos e perdas
        • quer quer vida conservada a custa dos outros, também deve dá-la quando preciso

        " convém ao Estado que morras, ele deve morrer, pois só com essa condição viveu até então em segurança, e a sua vida já não é só um benefício da natureza, senão um dom condicional do Estado"

        pena de morte - conservação do estado não compatível com a do indivíduo, deve então ou o estado ou o indivíduo morrer. condena-se mais como inimigo do estado do que como cidadão.

        rousseau contra o suplício-- a frequência dele indica desleixo e fraqueza do estado

        perdão do crime só pode ser dado pelo soberano que é acima da lei e do juiz. raras ocasiões

    • + - Da lei
      • lei : movimento e vontade do corpo político. pacto social :existência e vida do corpo político

        vontade particular e vontade geral: não é vontade geral se relativo a um objeto particular

        quando há uma vontade geral , quando só o povo em si mesmo estatui acerca de todo povo; há uma relação em que objeto inteiro estatui acerca do objeto inteiro, sem divisões -- a matéria que se estatui é geral, assim como a vontade que a estatui; esse é o ato chamado LEI

        + - objeto da lei é geral =

        • lei considera os vassalos como o corpo
        • ações como abstratas
        • nunca considera homem como indivíduo, nem uma ação particular

        exemplo: lei pode falar sobre classes de cidadãos, a qualidade dessas classes,mas não dar nomes; determinar um governo hereditário- mas não nomear fAmílias

        função que se refere a um objeto individual não pertence ao poder legislativo

        quem faz as leis--o sOberano

        príncipe não é superior as leis, pois é um meMbro do estado. único acIma das leis é o soberano

        lei não é injusta, pois como pode a vontade geral ser injusta consigo mesmo, se ela é a representação de nosso interesse comum?

        república: todo o estado regido por leis, qualquer que seja a forma de administração, porque então só o interesse público governa, e a coisa pública passa a representar algo. todo o governo legítimo é republicano.

        leis - condições da associação civil; e o povo submisso às leis mas deve ser o autor delas

        + - PROBLEMA: COMO REGULAR AS LEIS? COMO CRIÁ-LAS? FACILIDADE DE ILUSÃO E DE INTERESSES PARTICULARES SOBRE O POVO

        • + - " o POVO QUER DE SI MESMO SEMPRE O BEM, MAS NEM SEMPRE O VÊ POR SI MESMO; A VONTADE GERAL É SEMPRE RETA, MAS NÃO É SEMPRE CLARO O RACIOCÍNIO QUE A DIRIGE: CUMPRE MOSTRAR-LHE OS OBJETOS COMO ELA SÃO.

          • soluçâo: legislador
    • + - do legislador
      • + - como saber melhores regras da sociedade? -

        • + - idealmente seria preciso conhecimento profundo, que entendesse acerca de felicidade do povo, desinteresse da parte de quem as cria -- no fim, deuses

          • "pudesse trabalhar num século e gozar no outro" -bonito

        proeminência do legislador sobre o principe- príncipe só precisa seguir o modelo que o legislador propõe

        + - legislador-- transformar um indivíduo completo e solitário em um todo maior (sociedade)-- tirar as próprias forças naturais para lhe dar outra estranha e das quais não possa usar sem auxílio de outrem.

        • + - morte das forças naturais e quanto maiores e mais duráveis a adquirida mais sólida e perfeita a instituição

          • crítica minha: hegemoneização perigosa

        + - "de maneira que, se cada cidadão não é nada, se nada pode a não ser socorrido de todos os outros , e que a força adquirida pelo todo for igual, ou superior, à soma das forças naturais de todos os indivíduos, pode-se dizer que a legislação chegou ao auge da perfeição que lhe é dado obter" p.50

        • lesgislador deve sentir vontade de querer mudar a natureza humana

        + - legislador- figura extraordinária

        • função particular e superior, cargo que constitui a república não entra na sua função

          aquele que governa os homens não deve governar as leis, aquele governa as leis não deve governar os homens-risco de perpetrar injustiça e paixões pessoais casos se misturem

        problema aos se fazer a legislação-- uma empresa superior a força humana e, para sua execução, uma autoridade que não é nada

        problemas em expressar na língua do povo as leis,

        objetos muitos distantes nas leis ficam não inteligíveis , fazendo com que o povo não perceba que determinada privação na lei, lhe ajude

        + - recurso instrumental da religião como retorica da instituição das leis e aceitação pela parte do povo - autoridade de outra ordem, já que o povo não entende

        • MAS isso é recurso acessório. loucos que usam tb esse recurso não garantem a durabilidade das leis
        • legislador é mais do que isso

        religião e política não tem objeto em comum, somente no nascer das nações , uma serve de instrumento à outra.

    • + - do povo
      • não formar boas leis em si sem olhar o povo a quem esta se destina e se este pode suportar

        + - comparação da disciplina de um povo a fase da vida humana

        • dócil e corrigíveis na infância certos vícios do povo

          depois de velhos - tornam-se incorrigíveis - difícil ou perigoso querer reformar; não aguentam que toquem seus males

        épocas de revoluções e guerras podem tirar o povo do estado de letargia -raro,exceção-ocorre por constituição particular do reino

        pode-se obter a liberdade, mas recobrá-la nunca

        difícil reconhecer a maturidade de um povo para submeter às leis

        comentário sobre a rússia- quer dominar a europa- acabará sendo dominado

    • + - Ix- continuação
      • + - estado e limites terriotriais
        • + - nem demasiado grande - o que tolhe ser bem governado

          • administração é mais penosa nas grandes distâncias , mais cargos e mais encargos

            distância do governante que não conhece o próprio reino que governa

            mais difícil controlar os abusose extorsões em locais remotos

            menos afeição do pov ao chefe que nunca viu

            mesmas leis não podem caber a regiões tão distintas

            governo comandado por comissários, mais trabalho em manter a ordem e autoridade do que a felicidade do povo

          + - nem demaisado pequeno- para se manter por si mesmo

          • solidez para resisir os problemas, e os embates com estado vizinhos

          em geral um pequeno reino é, em proporção, mais forte que um grande

          contar-se mais com o vigor de uma boa constituição do que com os recursos fonecidos por um grande território

    • + - x-continuação
      • + - duas maneiras de se poder medir o corpo político:

        • + - pela extensão do território
          • + - se há terreno demais, oneroso guardá-lo, cultura insuficiente, porduto supérfluo, e eis as causas próximas das guerras defensivas

            • critica minha: o excedente da mercadoria hoje é o motus do mundo.

            + - terras insuficientes- procura terras vizinhas-guerras ofensivas

            • crítica minha :hoje não é pouca terra, mas pouco mercado consumidor - desaguar produtos -neocolonialismo

        • número do povo

        relação: quanta terra basta para manter os seus habitantes, os quais sejam tantos quanto ela pode nutrir

        custoso calcular a terra e o número de homens que nela podem habitar - variantes de modo de vida de cada povo e suas necessidades

        legislador deve pensar o seu juízo não somente no que vê, mas na natalidade , a futura geração e o número de habitantes.

        + - quando se cria um Estado deve se procurar tempo de paz e abundância.

        • início da formação é o mais fácil de destruição
        • + - guerra, fome, rebeldia - perigos
          • usurpadores usam períodos distúrbios para instituir más leis, que não seriam aceitas se o povo estivesse em condições normais

            o momento em que se fixa a instituição é o que distingue a obra do legislador do tirano

        + - qual o povo capaz de legislação?

        • + - um povo já ligado por ALGUMA união de origem, de interesse ou convenção, ainda não se dobrou ao jugo verdadeiro das leis. o que não tem costumes nem tradições bem arraigadas, o que não receia súbitas invasões e desanime, e que sem entrar na disputa de seus vizinhos pode resistir a cada um deles, ou munir-se de um para rechaçar o outro, aquela onde cada membro pode ser conhecido de todos, e onde não é forçado a carregar qualquer homem de um peso superior a suas forças; o que pode passar sem os outros povos, e também os outros sem eles; aquele que por fim reune a consistência de um antigo povo e a docilidade de um moderno.

          • raro. córsega talvez
    • + - Dos diversos sistemas de legislação
      • + - o fim de todo sistema de legislação: a liberdade e igualdade.

        • liberdade: porque toda dependência particular é outra força tirada do corpo do estado
        • + - igualdade : sem ela não pode subsitir a liberdade
          • + - não quer dizer que os graus de riqueza e poder sejam absolutamente os mesmos;
            • mas que a respeito do poder, esteja ela salva de toda a violência e nunca se exerça, senão em virtude do posto e das leis

              + - riqueza: entendo que nenhum cidadão seja assaz opulento que possa comprar outro, e nenhum tão pobre que seja constrangido a vender-se

              • crítica minha: capitalismo rules
          • + - pode tal tipo de igualdade ser real? - na prática sempre há abuso
            • senão inevitável, ao menos regulável

              tendência da força dos eventos e coisas em destruir a igualdade : por isso força da legislação deve se conservar.

              adequar esses dois princípios conforme o contexto de cada estado. a que estado a constituição s edestina-se

        o que faz valer e eternizar a constituição de um Estado : relação entre as coisas naturais e as leis concordantes no que for conveniente. tendências de um povo + leis contextualizada = constituição de sucesso

    • + - Divisão das leis
      • + - leis políticas
        • regula a relação do todo com o todo, ou do soberano com o estado.
        • fundamentais -prudentes, mas passíveis de mudança s eo povo desejar, ou avaliá-las como ruins
        • povo pod emudá-las, pode inclusive querer se prejudicar se assim o quiser. povo é soberano
        • objeto do texto de rousseau
      • + - leis civis
        • regula relação dos membros entre si, ou com o corpo inteiro

          cidadão em perfeita independência de todos os mais

          rousseau prega extrema dependência do cidadão com a sociedade ( corpo inteiro) -estado

          crítica minha: não devia o homem que quer o estado não precisar dele e ainda assim continuar nele? não deveria ser independência do homem primeiro que a independência do Estado?

          " porque só a força do estado é que faz a liberdade de seus membro e desta segunda relação nascem as leis civis"

      • + - leis criminais
        • regula as relações entre os homens e a lei - desobedecer à pena
        • sanção das demais leis, do quê propriamente uma espécie particular delas
      • + - costumes
        • dela depende o acerto de todas as outras
        • legislador sempre observa elas ao pensar as leis
  • + - livro III- que trata das leis políticas, isto é, das formas de governo
    • + - DO governo em geral
      • + - toda ação livre tem duas causas:

        • moral - vontade que determina o ato
        • física : potência que a executa

        + - corpo político analogamente tem dois poderes ( vontade e força):

        • + - legislativo - vontade ( moral)

          • poder legislativo pertence ao povo e somente a ele
          • vontade geral -lei geral

          + - poder executivo - força

          • poder executivo refere a aos particulares- não pode se referir à lei ou ao soberano, que se remete a vontade GERal, e não o particular.

            + - Governo: Um corpo intermédio entre os vassalos e o soberano, para a mútua correspondência deles, encarregado da execução das leis e de manutenção da liberdade, tanto civil como política.- exercício legítimo do poder executivo

            • + - membros do governo: magistrados ou reis -governadores

              • corpo inteiro : príncipe - Ex: veneza - sereníssismo príncipe = colégio, quando o doge ausente

              governo recebe as ordens do soberano, que por sua vez dá ao povo

              para que haja equilíbrio - igualdade entre produto ou poder do governo com o produto ou poder dos cidadãos ( cidadãos por um lado soberano, por outro vassalo )

            + - harmonia - soberano (vontade/lei), governo(força/mediador) , estado ( vassalo/obediência)

            • desproporção ou troca de papéis/funções gera anarquia e despotismo

              embora apenas uma proporção, mil acontecimentos podem mudar a relação de um povo -logo diversos governos podem ser bons a diversos povos e mesmo ao mesmo povo em épocas diferentes

          + - quanto maior o povo menor a liberdade - explicação: Maior o soberano ( vontade geral) devido ao número maior que o compõe, porém mais abstrata/geral se torna a vontade particular (vassalo) na participação/composição das leis. síntese = mais gente, mais genérica a vontade e as leis. Maior obediência e menos espaço às vicissitudes particualres

          • + - solução perigosa de rousseau: " quanto menos as vontades particulares se referem a geral, isto é os costumes às leis, tanto mais deve crescer a força represora; logo, para ser bom, o governo deve relativamente ser mais forte à medida que o povo é mais numeroso.

            • crítica minha :risco- virar tirania pelo controle militar- atualidade: poder não ivnculado só a quantidade de homens , mas armas e tecnologia. homens ou o soberaano, ficam acuados pelo poder deum apertar de botão que lança armas de destruição em massa.

            MAS:quanto maior o poder depositado ao governo para conter o povo, maior deve ser o soberano para comedir o governo

            não há constituição de governo único - varia conforme a grandeza diferente

        a proporção entre estado, governo, soberano não é apenas quantitativa (número de pessoas), mas também diz respeito as ações dos homes e causa diversas.

        + - governo apresenta microcosmo -proporções e divisões próprias até chegar ao indivísivel - o chefe ou governate supremo

        • governo ou príncipe deve expressar e executar a vontade geral

          ao querer tomar uma atitude independente da vontade geral sua força é ilegítima- risco de dissolução do corpo político

        Estado existe por si , governo existe pelo soberano

        + - demarcar bem divisão entre estadoe governo - rousseau fala de um eu particular - um príncipe - cargos, títulos e honras para haver essa distinção e também para compensar o fato do cargo ser oneroso

        • perigo de o governate servir a si e sua posição e não ao povo

        governo assim como Estado é um corpo artificial - mas pode ser "saudável"

    • + - do princípio que constitui as diversas formas de governo
      • + - distinção entre o príncipe (magistrado(s)) e o governo

        • força total do govenro = força do Estado; quanto mais o governo usa sua força com seus próprios mebros(magistrados) menos sobra para o povo.

          Quanto mais numerosos são os magistrados, mais é débil o governo

          + - magistrado - apresenta 3 vontades:

          • vontade particular do indivíduo - interesse próprio

            vontade comum dos magistrados - se refere ao proveito do príncipe -vontade do corpo, e é geral a repseito do governo que faz parte

            vontade geral vontde soberana -povo - vontade gerala respeito do estado visto como todo e geral a respeito do govenro visto como pate do todo

            Idealmente - vontade particular nula subordinada ao governo e governo subordinada a vontade geral ou soberana.

            realidade ou segundo a natureza: primeiro vontad eparticular depois vontade do corpo (governo ) e a mais frágil vontade geral

        + - suposição 1: governo nas mãos de um só homem - vontade particular e do corpo(governo) reunidas num só . maior auge de intenção( vontade) com a força invariável do governo por meio do estado gera o melhor desempenho -mais ativo governo de um só

        • crítica minha : perigoso, despotismo facilmente ocorre

        suposição 2: união do governo a autoridade legislativo (soberano-todos) ; todos cidadãos são magistrados(governo). todos tem a força de legislar e executar a lei. RIsco : vontade particular vai querer se sobrepor a vontade geral, uma vez que tem a possibilidade de força do governo para se executar.

        muitos magistrados não aumentam a força do Estado ( a população aumenta, aumenta o soberano e sua força). Muitos magistrados tornam a deliberação mais lenta

        + - Quanto maior o estado, mais se deve retringir o governo; número de chefes deve diminuir em razão do aumento do povo. motivo: a força de execução ser mais efetiva e menos matizada pelas vontades particulares que crescem.

        • legislador regula a proporçaõ conciliável entre a força e vontade do governo numa realação vantajosa com o estado

    • + - divisão dos governos
      • + - democracia
        • soberano confia o governo a todo o povo ou maior parte dele. há mais cidadãos magistrados, do que cidadãos simples particulares.

          idela para estados pequenos

      • + - aristocracia
        • redução de magistrados a um pequeno número, de modo que haja mais simples cidadão do que magistrados
        • ideal estados medianos
      • + - monarquia
        • todo governo na mão de um único magistrado, que aos outros outorga todo o poder
        • ideal para estado grande
      • multidão de formas mistas desse governo simples citados
      • critério de Rousseau. número de magistrados deve ser em razão oposta ao número de cidadãos.
      • como contar as infinitas circunstâncias em que não segue o padrão acima?
    • + - da democracia
      • + - tese democrática: aquele que formula a lei é quem teria mais habilidade de aplicá-la. Rousseau é contra. - governo sem governo

        • + - desvio do corpo do povo de objetos gerais (leis) para particulares (execução das leis) -risco de interesses privados em coisas públicas já que se executa em particular o que se propõe em geral

          • um povo que não abusasse do governo também não abusaria da independência; o povo que sempre governasse bem não precisaria ser governado

        nunca existiu democracia no sentido estrito

        muitas exigências para haver tal governo estado bem pequeno para que se possa ajuntar o povo e cada um conhecer todos os demais, simplicidade nos costumes -evitar multidão de negócios e questões complexas.igualdade nas classes e fortunas - para evitar subornos e corrupção

        acredita que um governos paras povos de deuses, não para homens

        democracia precisa de muita virtude dos seus cidadão para não sucumbir aos interesses particulares

    • + - da aristocracia
      • soberano e governo bem divididos

        + - historicamente primeiras sociedades se geriram aristocraticamente

        • autoriddade da experiência sobre os jovens- padres,anciões, sneado, geronte

          porém a desigualde de instituição cede lugar a outras desigulads institucionais( riqueza, poder, etc) - aparece a aristocracia eletiva

          por fim o poder transmitidos dos bens dos pais para os filhos torna o governo hereditário -aristocracia hereditária

        + - 3 tipos de aristocracia

        • aristocracia "natural" convém apenas aos povos simples - gerido pelos mais velhos
        • + - aristocracia eletiva- a melhor, segundo Rousseau
          • vantagem: escolha dos membros

            num governo popular todos nascem cidadão magistrados, mas este os limita ao poucos por meio da eleição

            eleições regulados pelas leis - caso contrário, risco de cair em aristocracia hereditária

        • aristocracia hereditária- a pior

        "A ordem mais natural, e melhor, é que os mais sábios governem a multidão, quando há certeza de que eles hão governar em proveito dela, e não deles.

        necociações mais cômodas e discussão dos melhores negócios , mais ordem e velocidade na resolução entre os estrangeiros. mais seguro senadores do que a multidão ignota e desprezada.

        Risco: è preciso moderação nos ricos e contentamento nos pobres; porque na aristocracia uma igualdade seria imprópria. Fortuna desigual já que os aristocratas precisam de tempo para lidar com negócios públicos e não se preocupar com o sustento.

    • + - Da monarquia
      • vantagem : união da vontade do povo, vontade do príncipe, a força pública do estado e a força paticular do governo, todas residem na mesma mão, para o mesmo fim

        + - desvantagem: imperío da vontade particular e fácil dominação dos outros, sem garantias de levar necessariamente a felicidade pública

        • " os reis melhores querem poder ser maus, se o mal os tenta, sem deixarem de ser senhores"

          "interesse pessoal é primeiramente que o povo seja fraco , miserável, e que nunca possa lhes resistir"

        + - compete aos grandes Estados

        • estado muito grande -ordens intermédias-nobreza e postos - num estado pequeno arruinaria os cofres

        empregados da monarquia- ineptos. o voto geralmente mais útil para encontrar os melhores no cargo

        + - bom governo monárquico-aquele que a grandeza e extensão se moldassem às faculdades do que governa- geralmente não ocorre

        • talento de um senado é , porém, mais constante

        o problema da questão da sucessão. gera fragilidade do governo. necessidade de outro rei. perigos e tormentas, corrupção e brigas pelo cargo

        monarquias hereditárias - para evitar problema de sucessão - resultado cria-se reis crianças e pessoas ineptas ou loucas no cargo mais importante.

        educação do herdeiro - supostamente proveitosa. mas melhores reis historicamente não foram preparados para o cargo.

        do argumento " ter de suportar um mau governante pq deus assim o quis". a questão não é um mau governo que se tem tem, mas saber encontrar o bom.

    • + - dos governos mistos
      • + - strictu sensu: não há governo simples. sempre necessário que chefe tenha magistrados subalternos

        • gradação do poder executivo- do grande número ao menor ou, por vezes, do menor ao maior

        + - divisão do governo é aconselhável para evitar que o príncipe (executivo) incida sobre o soberano (leis)

        • governo dividido o torna menos forte sobre o soberano e continua ainda igualmente com poder sobre os vassalos

        + - pode-se deixar o governo inteiro, mas criar magistérios intermédios que equilibre os poderes

        • critica minha : ponto positivo de cargos burocrático - evitar os desmandos-instâncias mediadoras.

        medidas para equilibrar governos

    • + - Que toda forma de governo não é própria para qualquer país
      • questão do clima influente na forma de governo e trabalho. locais quentes tendem a menos trabalho e a monarquia despótica (muitos recursos para suprir o luxo do monarca), locais frios a barbárie e a muito trabalho ( necessidade torna o não desenvolvimento propícia a política), locais amenos (europa...) é onde pode haver boa política (recursos que dão excedente medíocre)

        questão financeira o dinheiro público vem a custo dos excedentes do cidadão. por isso a produção e a forma de cultivo associado ao desenvolvimento ou não da politia num local

    • + - dos sinais de um bom governo
      • qual o maior sinal de um bom governo. - R: Seu número e população

        Observando as proporções e sem meios estranhos ( colônias ou naturalização) os cidadão se multiplicam e povoam mais. indício de bom governo . pois conserva e prosperam aqules que nele moram

    • + - do abuso do governo e de sua tendência a degenerar
      • o governo faz um contńuo esforço contra a soberania = alteração da constituição
      • + - " ou mais tarde ou mais cedo, que o príncipe subjugue ao fim o soberano e rompa o tratado social".
        • vício inerente e inevitável do corpo político
      • + - dois modos de degenerar um governo
        • + - estreitamento do governo
          • restrição do governo de uma grande número ao pequeno. ex: da democracia a aristocracia. da aristocrcia à realeza.

            mudança de forma quando seus mecanismos gastos

        • + - dissolução do Estado
          • + - 1-O príncipe cessa de administrar segundo as leis e usurpa o poder soberano. resto do povo governo vira seu dono ou tirano

            • pacto quebrado. todos os cidadãos simples tornam o seu direito de liberdade natural e, apesar de forçados, não tem obrigação de obedecer.

            2-quando membros do governo separadamente usurpam o poder. que só em corpo devem exercer

            + - estado dissolvido e o abuso do governo se chama no geral anarquia, mas:

            • democracia-oclocracia
            • aristocracia-oligarquia
            • + - realeza em tirania
              • tirano e usurpador- historicamente sinônimas
              • + - distinção de rousseau:
                • tirano- o usurpador da autoridade real. tirano é que se mete, contra as leis, a governar segundo as leis.

                  déspota - o usurpador do poder soberano. aquele que se faz superior às leis

                  o tirano pode não ser déspota, mas todo déspota é tirano

    • + - Da morte do corpo político
      • os governos todos tendem a perecer. pode-se querer um governo duradouro, não eterno.

        corpo político começa a morrer logo que nasce e traz consigo as causas de sua destruição

        princípio da vida política: o soberano. poder legislativo - coração do estado. Executivo-o cérebro do estado. o cérebro (executivo) pode entrar em paralisia, e o indivíduo continuar a viver. apenas quando o coração (legislativo) expira, que tudo se acaba.

        + - " O Estado não subsiste pelas leis, mas sim pelo poder legislativo. A lei de ontem não obriga hoje, mas do silêncio tácito presume-se o consentimento, e julga-se que o soberano confirma sem cessar as leis, que não abriga, podendo fazê-lo; e tudo o que uma vez há declarado quererem, sempre o quer, salvo se o revoga.

        • Pq o enaltecimento e acato da antigas leis? R- porque são antigas. serviram mil vezes e mil vezes foram reconhecidas como boas para o Estado.Estado com leis bem constituídas , ganham reiterada força. Mas caso se debilitem e envelheçam o Estado parece começar a não mais viver.

    • + - Como se mantêm a autoridade soberana
      • força do soberano = poder legislativo : leis - atos da vontade geral : necessidade do povo junto
      • ex : A república ROmana. mesmo um estado grande , reunia seu povo para reuniões e deliberações
    • + - continuação
      • além d euma constituição sólida, sanção do corpos das leis, governo perpétuo e providos uma vez a eleição dos magistrados. é preciso assembleias extraordinárias e outras regulares para que povo seja chamado pela lei para consulta.-tudo regulado por lei, essas reuniões, caso contrário, ilegítimas

        quantas vezes se deve reunir o povo em juntas legítimas? variável, mas quanto mais forte o governo mais vezes é necessário que o soberano se mostre.

        + - sistema de reuniões e juntas legítimas bom para uma cidade... e quando um estado encerra muitas cidades?divisão da autoridade soberana? concentrar numa cidade só e submeter a demais?

        • resposta -autoridade soberana é simples e não se pode dividir sem destruí-la. além disso uma cidade não pode ser vassala da outra: essência do corpo político é obediência e liberdade. vassalo e soberano -correlaçõe idênticas = cidadão

          não aconselhável reunir várias cidade em uma . atrito inevitáveis e de modos e visões de mundo. mas como se defender os pequenos estados dos grandes? - ligas de defesa - ligas gregas antigas

          saída paliativa a certos estados maiores: evitar capitais e alternativamente assentar o governo em cada cidade, e nela ajuntar por vezes os Estados do país

    • + - continuação
      • + - quando o povo estiver junto em corpo soberano, toda jurisdição do governo cessa - suspensão do poder executivo, e a pessoa do último cidadão é tão sagrada e inviolável como a do primeiro magistrado.

        • + - príncipe tem que reconhecer a presença de um superior atual: o sobernao
          • na prática o príncipe teme tais reuniões- pode em xeque
    • + - Dos deputados ou representantes
      • suposto poder médio entre a autoridade soberana e o governo arbitrário

        quanto melhor constituido o Estado, mais os negócios públicos excedem o privado

        se felicidade comum

        representantes tem origem do poder feudal

        lei é a mostra da vontade geral. no poder legislativo não pode o povo ser representado

        pode e deve haver representantes no poder executivo, que é somente a força aplicada à lei

        " seja como for, no momento em que um povo elege representantes, cessa de ser livre, cessa de existir"

        dificuldade manter a soberania se não é muito pequena a cidade

        vantagens dos antigos em não precisar de representantes - clima, praça pública, reuniões contínuas. escravos trablhavam e cidadãos se dedicavam por inteiro à liberdade

    • + - A instituição do governo não é um contrato
      • + - cidadãos todos iguais pelo contrato social, o que todos devem fazê-lo, podem todos prescrever (lei), mas ninguém tem direito de exigir que outro faça o que ele mesmo não faz

        • direito indispensável e que move o corpo político. soberano outorga ao pŕincipe, instituindo o governo

        todo poder ao soberano. e o soberano é o povo

        contrato = associação. não existe cabeça e eleitos pelo povo que um só anda e outro obedece. executivo é a expressão-efetivação da vontade do soberano

    • + - Da instituição do governo
      • passo 1: o governo estatui que haverá um corpo de govenro fndado sobesta ou aquela forma, esse ato é uma lei

        passo 2: o povo nomeia os chefes do governo a ser instituído - não é uma lei, mas a aplicação desta

        + - problema: como pode existir um ato de governo antes do governo existir (nomeamento dos chefes)?

        • R-súbita transformação do soberano em democracia- para a execução da lei de instituição do governo. toda instituição de governo legítima inicia com a soberania se convertendo em democracia para estabelecer sua forma de governo , seja ela qual for (aristocracia, monarquia, dmeocracia ,etc) - única forma legítima

    • + - Meios para prevenir as usurpações do governo
      • ato que institui o governo não é o contrato, mas a lei

        executivo não são senhores do povo mas seus comissários, oficiais, podendo ser retirados quando quiser

        príncipe pode facilmente estender seus poderes, sem que o povo diga que o usurpou -basta impedir com visos alguma desculpa as assembléias públicas destinadas a restabelecer a boa ordem

        siLêncio ou calar o povo ajuda a manter as irregularidades que o príncipe comete; punição para os que falam também frequente infelizmente

        meios de prevenção: juntas periódicas sem precisar de convocação formal. assim o príncipe não pode estorvar tais assembleias sem se declarar inimigo público do Estado

        + - assembleias informais devem sempre fazer-se por duas proposições que não se possam mais suprimir:

        • 1: se apraz ao soberano conservar a presente forma de governo
        • 2: se agrada ao povo deixar a administração aos que atualmente estão encarregados dela.

        tudo pode ser modificado pelo soberano. inclusive pacto. cada um tb pode abandonar seu estado e voltar ao estado natural exceto por fuga de obrigações como tempos de guerra - deserção.

  • + - livro IV-
    • + - I - a vontade geral é indestrutível
      • + - a vontade geral pode ser corrompida? sobreposição da vontade geral a vontade dos particulares , afrouxamento dos laços sociais?

        • R- a vontade geral nãose corrompe, é pura, mas pode ser sobreposta a outras vontades particulares. desunião do interresse dos particulares em relação ao bem público. execto determinado bem particular , ele quer o bem geral por próprio interesse.

        erro- mudar a o estado da questão e dar diferente resposta: é vantajoso ao Estado,diz: é vantajoso a tal homem ou a tal partido que esta ou aquela proposta seja aprovada.

    • + - II- dos votos
      • quanto mais reina a harmonia e a unanimidade, mais reina vontade geral

        quanto mais discusssões ,debates, dissensões, mais reina os interesses particulares e dissensões do estado

        quando por lisonja ou temor, ou recursos ( gritos para abafarproposta alheia) fazem haver unanimidade - não há liberdade, só escravidão

        única lei precisa ser unânime : contrato social.

        a oposição de alguns não invalida o contrato, apenas os exclui. são estrangeiros entre os cidadãos.

        como pode um oponente ser livre se não aceita a lei dos outros? r- questão mal proposta. o cidadão aceita todas as leis, menos a que seu pesar se introduzem, e o castigam, se ousar violar alguma. a vontade constante de todos os membros é a vontade geral ue os fazlivres cidadãos.

        assembleia pergunta não se rejeita ou não dada proposição. ma so que é melhor para vontade geral.

        rousseau- um só voto quebra a igualdade. mas há divisões e gradações entre a unanimidade e igualdade conforme a queestão e o corpo político.

        quanto mais gerais e poderosas as deliberações, mais o conselho que triunfa deve chegar a unanimidade - LEIS cabe essa votação

        quanto mais presteza requer o negócio, mais se deve restringir a diferença prescrita na divisão dos pareceres. em deliberações instântâneas basta o excedente de um voto.-negócios , cabe esse tipo de se voto

        qualquer que seja , é interessante a assembleia deliberar sobre a fração ou percentagem para assegurar dada votação

    • + - III das eleições
      • + - duas formas de eleições do príncipe e do magistrado:

        • 1: escolha
        • + - 2:sorte
          • próprio da democracia

        quando ver que eleições dos chefes é função do governo e não da soberania, o meio da sorte é mais próprio da democracia devido a igualdade de todos para tal ondição de magistrado

        na aristocracia o príncipe escolhe o príncipe, o governo se conserva por si mesmo

        quando mix de escolha e sorte - escolha ficam os cargo que exigem talento e capacidades, como empregos militares; sorte- cargos que exigem bom senso,a justiça e a integridade, como nos cargos de judicatura porque num estado bem constituído essas qualidades são comuns a todo os cidadãos.

        governo monárquico nem a sorte nem a escolha tem cabimento, visto que o monarca é único prínipe e magistrado e a ele cabe a escolha dos cargos auxiliaes diretos.

        formas de dar e recolher votos- capítulo seguinte, no exemplo romano

    • + - IV dos comícios romanos
      • história do povo e do sistema político de roma

        voto em voz alta e o notário escrevia. a puralidade de votos de uma tribo determinava o sufrágio dela. a pluralidade de votos entre as tribos dava o sufrágio do povo e o mesmo acontecia nas cúrias e centúrias.

    • + - V- do tribunato
      • usa-se o tribunato quando não se pode estabelecer uma exata proporção entre as partes constituidoras do Estado, ou se causas indestrutíveis não cessam de alterar suas relações.

        magistratura particular que não faz corpo com as outras e põe cada termo em sua relação verdadeira, formando um nexo, seja entre o príncipe e o povo, ou entre o príncipe e o soberano, ou se preciso for, de ambos os lado ao mesmo tempo

        tribunato: conservador das leis e do poder legislativo; serve umas vezes para patrocinar o soberano contra o governo. outros para sustentar o governo contra o povo, e até mantém o equilíbrio entre as duas partes

        equilibrar poder

        tribuntato não é parte consituinte da cidade, não tem porção alguma do poder executivo e legislatvo. não pode fazer nada, mas tudo pode impedir.

        degenera em tirania quando usurpa o poder executivo

        sugestão de rousseau para evitar usurpação: não fazer deste um cargo permanente e apontar os intervalos de supressão do tribuno. não tão longos para que os abusos vigorem.

    • + - VI da ditadura
      • necessário quando está em jogo a salvaçãoda pátria
      • incumbência de um benemérito cidadão num ato particular para o bem da segurança pública
      • suspensão da vontade geral, não abolição
      • pode tudo, salvo compor as leis
      • intenção primeira do estado é que o estado não pereça
      • urgências, último caso
    • + - VII da censura
      • declaração da vontade geral se faz pela lei. a declaração do juízo público se faz pela censura

        opinião pública --espécie de lei. censor é ministro. censor aplica aos casos particulares dessa "lei" igual ao príncipe executa a lei.

        censor não é árbitro da opinião do povo, mas declarador dela. se o censor se afasta delas , estas se tornam ocas e sem efeito.

        censor precisa distinguir os costumes da nação

        censura útil para conservar os costumes nunca para reviver

        censura mantém os costumes, impedindo que as opiniões se corrompam, conservando a retidão delas por meio de sábias aplicações, e até fixando-as às vezes,se ainda forem incertas.

    • + - VIII da religião civil
      • regime original dos homens-teocrático. legitimação da autoridade pelos deuses

        tantos deus para tantas nações e povos diferentes

        cada estado tinha seu próprio culto não diferenciando deuses de suas leis.guerra política tb era teológica , mas como consequência.

        ganho dava sujeição do povo aos deuses dos vitoriosos. romanos deixavam os deuses dos vencidos , apenas pedindo louro de coroas a júpiter. interpetatio romana

        Jesus -separação do sistema teológicoe político e rompe a unidade do estado. ideia de reino de outro mundo

        cristianismo mesmo quando ganha poder temporal (estados cristãos), mantém o conflito de jurisidição - qual o limite de poder temporal que se pode reivindicar a partir de um poder fora do tempo (confliot cleroX rei)

        + - divisão de duas religiões relativas à sociedade

        • + - religião do homem
          • sem templos, sem altares, sem ritos, limitada ao mero culto interior do deus supremo, e aos externos deveres da moral, é a pura e simples religião do evangelho, o verdadeiro teísmo - direito divino natural

            lado bom: todos irmãos e nem a morte os retira da sociedade que os une-eternidade

            lado ruim: não tem relação com o corpo político ( lei e homens voltados para deuse o seu reino), ´unica força que tiram é da lei. longe de se afeiçoar a república, dela se desprende

            cristianismo: religião espiritual, ocupada só das coisas do céu, e a pátria do cristão não é deste mundo; é certo que ele faz o seu dever, mas com indiferença profunda acerca do bom ou mau êxito de seus desvelos

            república cristã - palavras ue e excluem - cristianismo aceita a desgraça ou bem aventurança, a tirania ou a república. põe nas mãos de deus.

        • + - religião do cidadão
          • assente num só país, nos seus deuses próprios e tutelares, seu ritos e sus dogmas, culto exterior prescrito pela lei, e para ela, salvo ua nação, tudo é infiel , estranho e bárbaro. primeiros povos -- direito divino civil ou positivo

            não amplia os deveres e direitos do homem

            é boa porque faz da pátria e leis o objeto adorado dos cidadãos, e lhes ensina que servir o estado é servir o deus tutelar da pátria.

            é má porque se funda no erro e na mentira -gera ao mesmo tempo incrédulos e supersticiosos, cheiro de cerimônias , além da possibilidade gerar uma ttirania intolerante com demais religiões- guerras supostamente santas em nome de deuses. risco a própria segurança do estado

        • terceiro (exceção) religião sacerdotal -lamas e cristianismo romano - sorte de direitos mistos

        pacto social não excede os limites da utilidade pública -vassalos não precisam responder ao soberano sobre suas opiniões e atitudes a não ser caso importem à comunidade. Importante que o cidadão tenha uma religião que lhe faça amar os seus deveres; mas a religião só importa no que se refere à moral com os demais e com a comunidade, não importando o resto. se cultua odin ou baco, forma de cerimônia etc.

        + - profissão de fé civil- cabe ao soberano fixar- não como dogma mas como sentimento social-condição para ser bom cidadão

        • pode nair ao estado quem não o crê - insociável eincapaz de amar as leis

        + - dogmas da religião civil:

        • existência da divindade, onipotente, inteligente, benfeitora, providente e previdente,a vida futura, a felicidade dos justos, o castigo dos maus, a santidade do contrato social e das leis: dogmas positivos

          dogmas negativos- intolerância frente aos cultos que excluímos

        não havendo religião nacional exclusiva deve-se tolerar todas que toleram as outras

        rousseau considera indissociável intolerância religiosa e civil- como viver em paz com alguém que vc considera culpado ou condenada por deus?

    • + - IX- conclusão
      • feito o estabelecimento dos verdadeiros princípios do direito político, base do Estado

        resta ainda a relações externas: direito das gentes, direito do comércio, direito da guerra e conqusita, o direito público, a ligas negociações, tratados, etc

        objeto muito vasto, para a curta vista de rousseau. lamento de rousseau = mais perto dele ele deveria ter sempre fixado

  • advertência: obra maior abandonado por rousseau. parte feita que ele quis publicar.